Por que não usar o consórcio para ter a tão sonhada casa de praia?

Um consórcio é uma forma de realizar o sonho de ter um imóvel, quando ainda não se tem todo o dinheiro necessário. Para quem não tem boa disciplina, poderá ser uma opção viável. A contratação de um consórcio ajuda a poupar para que a compra seja realmente alcançada.

Pensando assim, parece ser o caminho mais fácil ter a sonhada casa de praia. Contudo, um consórcio pode ser sua grande solução ou um esquema confuso para quem não conhece bem o seu funcionamento…

Vale a pena entender bem do que se trata, para conhecer as vantagens e desvantagens dessa modalidade. Descubra, lendo o post:

Como funciona um consórcio

O banco reunirá os interessados, e são esses participantes que se financiam. Eles pagam as parcelas mensalmente. Como o dinheiro vem daquele grupo de envolvidos, não persistirá a cobrança de juros nessa modalidade de aquisição de propriedade.

Todo mês um participante é sorteado para o recebimento da chamada carta de crédito. Nela está presente o direito para retirar o valor total para quitar a aquisição do imóvel escolhido. Os participantes continuam fazendo o pagamento das parcelas a fim de financiarem os demais.

Com a informação do valor total do imóvel, é possível adiantar o pagamento por meio dos “lances”, que quitarão parte desse valor. Os consórcios nos bancos brasileiros podem durar até 200 meses ou 15 anos.

Os consórcios estão em alta

De acordo com a revista Exame, os consórcios de imóveis cresceram cerca de 16% no ano de 2013. E já em 2015 esse aumento foi de mais de 50%. Isso significa que o consumidor passa a planejar mais os seus gastos, especialmente diante da crise do país.

A atenção aos compromissos de médio a longo prazo assumidos é maior, principalmente pelos benefícios oferecidos. O maior exemplo será mesmo a ausência da taxa de juros. Para quem tem dificuldades em juntar dinheiro, o consórcio pode ser considerado um investimento.

Os prós e contras de usar o consórcio para adquirir uma casa de praia

O sonho da casa própria já é bastante envolvido pelo uso do consórcio, e com a tão sonhada casa de praia isso não é diferente. O consumidor pode sentir uma insegurança em investir tão alto em uma “opção de lazer”. Há a dúvida se é mesmo um investimento, ou se está “jogando dinheiro fora”.

A verdade é que um consórcio pode valer a pena se você não deseja adquirir o imóvel de imediato. Como a casa de praia é uma “segunda casa”, não existe a urgência em se mudar ou em sua aquisição.

O valor total investido será diluído em vários meses, e as parcelas podem ser escolhidas de acordo com a necessidade do consumidor, o que é um aspecto positivo. Porém, especialistas indicam que só existe boa vantagem em usar o consórcio, nesse caso, se o consorciado não precisar pagar aluguel no período do seu contrato.

Ainda que a taxa de juros seja isenta, e que isso possa diminuir o valor final do imóvel, existem outras taxas a pagar: fundo de reserva, seguro e taxa administrativa. Esta taxa administrativa, no entanto, não sofre alterações de valor, como os juros — que poderiam aumentar.

O importante é conhecer a empresa responsável pelo consórcio e informar-se a respeito do seu registro no Banco Central. Vale a pena procurar as indicações de outros consumidores e atentar para a existência de reclamações.

O uso do consórcio para adquirir a casa de praia dos sonhos pode ou não ser a melhor saída. É preciso ponderar os prós e contra e analisar bem seu perfil de consumidor, para saber se um consórcio é mesmo o mais adequado para você.

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